7 de set. de 2013

PEELING DE DIAMANTE

O Peeling de Diamante é um tipo de Dermoabrasão cuja função é incentivar a renovação da pele, assessorar na remoção de cicatrizes, manchas de pigmentação e rugas finas restaurando a estrutura da pele. É indicado para os tratamentos de: acne, de rugas finas de expressão, clarear manchas, para flacidez e estrias (ajuda eliminar as estrias vermelhas e suavizar bastante o aspecto das brancas).

Ideal para rejuvenescimento, acne, hidratação e manutenção da pele. A remoção mecânica da camada superior da pele morta contribui não só para a melhoria da circulação sanguínea na pele e consequentemente o aumento da taxa metabólica nos tecidos da pele, mas também estimula a formação dos elementos conectivos que estão presentes nas peles jovens como: colágeno, elastina e ácido hialurônico, aumentando o viço, tornando-a mais suave e com maior elasticidade.

O procedimento do Peeling de Diamante não requer qualquer tipo de recuperação permitindo que os pacientes retornem imediatamente para seu trabalho diário e atividades sociais. Com essa técnica, o profissional de estética pode executar o procedimento em qualquer estação ou a qualquer hora do dia, sem correr o risco de manchas vermelhas na área do rosto.



Quanto as sessões necessárias, isto dependerá de uma avaliação do profissional, mas em média 5 sessões é o suficiente para se obter o resultado desejado com intervalos de 15 em 15 dias ou até de 1 semana dependendo do caso. O peeling de diamante pode ser realizado em qualquer uma das estações. As únicas medidas que necessitam serem tomadas é o uso de protetor solar após o procedimento e a não exposição ao sol durante o tratamento.

O número de sessões depende do tipo de pele e do problema o qual ela enfrenta no momento. #EsteticaProfissional

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9 de ago. de 2013

Definição de Radio Frequência

Como funciona?
A Radio Frequência (Diatermia Capacitiva) 1,2 é uma forma de radiação eletromagnética, sendo um tipo de energia que, de acordo com sua capacidade de interagir com a matéria, podem se subdividir em dois tipos:

- Ionizantes que possuem energia suficiente para ionizar átomos e moléculas com as quais interagem, como exemplo temos Raio-X, Raios Gama, Raios Alfa, Raios Beta; e,

- Não ionizantes que não possuem energia suficiente para realizar a ionização de átomos e moléculas, onde se inclui a Radio Frequência, luz visível, luz ultravioleta, luz infravermelha, micro-ondas de aquecimento e telecomunicações e correntes elétricas
As radiações não ionizantes têm uma origem comum: a movimentação de cargas elétricas, variando em sua frequência, comprimento de onda e quantidade de energia, sendo assim responsáveis por diferentes efeitos físicos e biológicos As frequências utilizadas nos equipamentos são muito diferentes de empresa para empresa, porém as mais utilizadas são 500khz, 800khz e 1.050kHz 2,3




Quais tipos de aplicadores?
Podem ser:

Monopolar com eletrodo indiferente, pouco utilizada na atualidade;
Bipolar – podendo ser facial e corporal, ambos os polos estão contidos no aplicador;
Tripolar – preferencialmente facial, permitindo deslizamento na superfície óssea próxima a região que apresente flacidez ou envelhecimento cutâneo;
Tetrapolar – idem ao tripolar, mas tem sido muito utilizado na região de braços e torácica posterior; e,
Multipolar – devido a seu tamanho e numero de pontos de passagem da radiação não ionizante, sua aplicação é mais especifica para tratamentos em alterações corporais.
Já os chamados eletrodos fracionados, se destinam a condensar em pequenos pontos toda a energia produzida pelo equipamento, levando assim a uma ação ou estimuladora tecidual ou até a pequenas lesões superficiais compatíveis com efeitos promovidos por peeling químico ou por laser (tratamento para envelhecimento cutâneo e estrias)

Quais aplicações medico-estéticas mais frequentes e com bons resultados?

Flacidez – seja de localização corporal ou facial, a Radio Frequência capacitiva produz calor profundo que levará a uma modificação estrutural do colágeno,2,4,7 auxiliando ao tecido recuperar sua sustentação, tratando assim a flacidez do tecido, tenha sido ela motivada por regimes, envelhecimento cutâneo ou até estrias em grande quantidade2,4,5

Rugas – as mais frequentemente tratadas são as faciais, de pescoço e colo, podendo ser tratadas em outras regiões, porém as primeiramente citadas têm uma ótima resposta na aplicação da radio frequência capacitiva2,4,6,7-8;

Marcas acne – em geralmente, para termos um efeito mais especifico neste tipo de afecção cutânea, utiliza-se o transdutor fracionado2,8;

Estrias – causadas por uma perda da sustentação tecidual de colágeno, com consequente estiramento cutâneo, a radio frequência promove um auxílio muito expressivo na remissão deste tipo de alteração, seja ela pós-gestacional, de crescimento ou pós dietas restritivas3,6,9,10; e,

Gordura localizada e celulite – a radio frequência, como todo equipamento de termo terapia profunda, causa uma excitação celular grande, levando a uma gasto calórico acentuado, ao tempo que estaremos promovendo uma melhora expressiva da gordura localizada ou celulite na parte circulatória promovendo uma vasodilatação importante, porem quando há uma fibrose muito acentuada, recomenda-se inicialmente uma pré aquecimento rápido com a radio frequência e a aplicação subsequente da cavitação ultrassônica2,4,10

Qual a temperatura ideal?

O colágeno é uma proteína que inicia seu processo de desnaturação a partir de 45 graus Celsius e nosso intuito nesta modalidade de tratamento é causar uma retração no mesmo,2,4 fazendo com que haja uma nova estruturação tecidual, que diminuirá a flacidez tecidual, principalmente.
Na aplicação dos transdutores, temos que tomar algumas precauções iniciais como verificar a integridade da pele no local a ser tratado (se houverem lesões não devemos aplicar), com o aplicador sempre em movimento em uma das mãos e na outra o termômetro digital para aferir qual o aumento de calor na região aplicada. Em média, na medição da temperatura superficial, atingimos 36 a 38 graus Celsius,2,4 o que corresponderá internamente na região tratada, uma temperatura 3 a 4 graus Celsius acima da temperatura superficial.
Porém, jamais devemos nos esquecer, que o parâmetro absoluto é a tolerância do paciente e toda e qualquer referência dolorosa deverá ser seguida por diminuição da intensidade aplicada ou até a cessação da aplicação.

Qual o tempo de cada sessão de aplicação e a sessão pode ser semanal?

Não há restrição quanto à aplicação ser semanal ou quinzenal, apenas dependerá da tolerância e sensibilidade do paciente e, em geral, os tempos se subdividem em:
         - face: 6 a 10 minutos em cada lado, podendo ser expandido ou diminuído em relação ao quadro clínico do paciente;
         - pescoço e colo: as duas áreas consumirão, em média, um tempo próximo ao da aplicação facial; e,
         - aplicações em região corporal (abdome, coxa, glúteo, braços) consumirão um tempo de até 45 minutos, podendo ser estendido até uma hora.

Quais as contra indicações?

Os efeitos colaterais mais frequentes são eritemas (em geral, transitórios), edema, crostas, hipersensibilidade, porem os autores consultados colocam que essas alterações têm uma duração de, no máximo, 72 horas.2,4,6

Não pode ser usado em qualquer período de gestação, na amamentação deve-se evitar a região da mama, podendo ser usado em outras áreas.

As demais contra indicações gerais para eletroterapia prevalecem para este tipo de tratamento (não usar em áreas com implantes metálicos, áreas de disco de crescimento ósseo, por sobre os olhos, por sobre ouvidos, etc.).

Dr. João Carlos e Silva
Formação: Biomédico, Médico, Nutrólogo, especialização em Dermatologia

Bibliografia
1 - Krueger N, Sadick N S. New Generation radiofrequency technology.2013. Cutis;Jan;91:39-45.
2 - Borges, F S. Dermatofuncional: Modalidades terapeuticas nas disfunções estéticas. In “Capitulo 25 – Radiofrequencia.Ronzio O, Meyer P F”. 2010. Ed Phorte. São Paulo. P 609-626.
3 - Lolis M S, Goldberg D J. Radiofrequency in cosmetic dermatology: a review. DermatolSurg 2012;Nov;38(11):1765-76
4 - Alvarez N, Ortiz L, Vicente V, Alcaraz M, Pedreno P S. The effects of radiofrequency on skin: experimental study. Lasers in Surgery and Medicine. 2008;40:76-82.
5 - Sadick N. Bipolar radiofrequency for facial rejuvenation.Facial Plastic Surgery Clinics of North America.2007, 15:161-167
6 - Belenky I, Margulis A, Elman M, Bar-Yosef U, Paun S D. Exploring channeling optimized  radiofrequency energy: a review of radiofrequency history and applictions in esthetic fields. 2012. Adv Ther;Mar;29(3):249-66.
7 - Alvarez N, Ortiz L, Vicente V, Alcaraz M, Sanchez-Pedreno P. The effects of radiofrequency on Skin: experimental study. 2008. Lasers in Surgery and Medicine;40:76-82.
8 - Dahan S, Rousseaux I, Cartier H. Multisource radiofrequency for fractional skin resurfacing-significant reduction of wrinkles. J Cosmetol Laser Therapy. 2013;early.line:1-7.
9 -Sadick N S, Alexiades-Armenaka M, Bitter P, Hruza G, Mulholland R S. Enhanced full-face skin rejuvenation using synchronous intense pulsed optical and conducted bipolar radiofrequency energy (ELOS) introducing selective radiophototermolysis. 2005. J drugs Dematol;4(2):181-186.
10 - Wanitphakdeedecha R, Manuskiatti W. Treatment of cellulite with a bipolar radiofrequency, infra red heat and pulsatile suction device:a pilot study. 2006. J CosmetDermatol;Dec;5(4):284-8.
11 - El-Domyati M, el-Ammawi TS, Medwhat W, Moawad O, Brennan D et al.Radiofrequency facial rejuvation: evidence-based effect. 2011.J Am Acad Dermatol;Mar;64(3):524-35.
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29 de jul. de 2013

CAVITAÇÃO CORRETA X TEORIAS DO BLA BLA BLA



Realmente, o título é estranho, mas o que está justificando isso é que, novamente, algumas pessoas ligadas a estética, estão tentando usar uma antiga técnica de “dourar a pílula” para vender uma idéia boa e efetiva como se fosse um “milagre” ou uma “novidade exclusiva”.
Então, vamos rever alguns pontos:

1 ) Quem produz cavitação?
A cavitação é produzida pelo equipamento Ultra-som, independente da frequência (falaremos mais adiante das diferenças) que se trabalhe ou, principalmente, se o equipamento tem mais de 10 anos de uso ou não – o que importa é se o equipamento produz ondas sonoras baseadas no chamado efeito piezoelétrico, onde um cristal se dilata e contrai, emitindo essas ondas que entrarão em contato com as diferentes células de nosso organismo, e cada uma reagirá de uma forma diferente1.




2 ) E o que é cavitação?
Cavitação é um efeito não térmico produzido pelas ondas acústicas geradas pelo ultra-som provocando a formação de bolhas ou cavidades micrométricas nos líquidos que contem gás1. Essas bolhas produzidas, em geral, dependerão da frequência de trabalho, da potencia e do modo de aplicação do transdutor, o que as tornará instáveis (ou de colapso) ou estáveis (transiente).
A cavitação estável trabalha com transdutores em movimento, potencias baixas ou médias e com frequência de 0,5Mhz a 3MHz, por serem mais estudadas e terem seus parâmetros mais confiáveis em relação a profundidade, absorção por tecidos, reflexão, etc. As microbolhas formadas vão coalescer (se fundindo em uma maior) e por não terem uma pressão muito intensa (causada pela potencia do ultra-som ou pelo transdutor “parado”) elas vao se dissipar no meio líquido sem causar danos estruturais.1,2
Já a cavitação instável gerará bolhas muito grandes que, principalmente, localizadas dentro do citoplasma celular, levará a ruptura da membrana das células destruindo-as e gerando ainda radicais livres10, sendo um efeito de colapso, que quando controlado adequadamente, é utilizado em aplicações odontológicas, médicas como litotripsia renal entre outras.3,4


3 ) E qual ultra-som produz cavitação?
Todo equipamento devidamente registrado e seguindo os preceitos das normas técnicas vigentes e exigidas pela ANVISA produz a cavitação, não existe um equipamento especial para isso, porem as diferenças em termos de frequência podem levar a melhor, mais segura e efetiva aplicação.


4 ) E qual seria a melhor frequência para mobilizar a gordura?
Miwa e colaboradores5 demonstraram em seu estudo que, para uma mesma potencia e metodologia, usando um ultra-som com 0,5MHz e um outro com 1MHz de frequência, houve uma significante diminuição em ambos os casos, com uma diminuição mais acentuada no grupo tratado com 1Mhz. Em ambos os casos não houve diminuição de peso corpóreo, apenas de medidas.
Em nossa aplicação prática temos tido resultados semelhantes, principalmente, não acompanhados de diminuição de peso corpóreo, porem com perdas de medidas até mais efetivas após seis aplicações semanais usando-se a técnica de cavitação instável (transdutor “parado” por 5 segundos em potencia elevada com desligamento automático).

5 ) Sempre foi contra indicado a aplicação do transdutor parado, porque mudou?
Para que a cavitação instável (mais “destruidora”) seja mais eficaz, temos que permanecer com o transdutor imóvel, porem como trabalhamos com potencias elevadas e o efeito de destruição celular pode ser além do desejado, para trabalharmos com segurança na cavitação instável, devemos:
a) selecionar frequências confiáveis, ou seja, preferencialmente as de 1Mhz e 3Mhz, que possuem inúmeros estudos científicos confiáveis1,9, onde temos os efeitos de absorção para cada camada do tecido bem definidos e sua penetração muito conhecida. Frequências muito baixas, apesar de terem estudos reconhecendo que sua cavitação instável seja mais ampla, em geral sua aplicação é mais industrial que médica, pois em termos de penetração e efeitos fisiológicos ainda permanecem desconhecidos e com muitos relatados de danos teciduais, queimaduras de até segundo grau e morte;
b) Determinar um tempo curto de aplicação (a Skiner optou por 5 segundos) com intervalo de resfriamento do transdutor de 10 segundos, podendo ser reaplicado na mesma sessão até 5 vezes no mesmo ponto, sem que haja qualquer comprometimento negativo;
c) O ajuste de potencia deve ser o maior tolerado na referencia do paciente, pois JAMAIS devemos exceder o limite de tolerância do paciente, que serve como um sinal de alerta para evitarmos danos teciduais; e,
d) As aplicações devem ser uma por semana ou até por quinzena, para que haja tempo por parte do tecido de regeneração e eliminação de radicais livres.
6 ) Há relatos de que o Ultra-som de baixa frequência estimula ação das citocinas?
Em verdade, todos os equipamentos de ultra-som alteram as citocinas, os fatores de reparo lesional, não sendo uma exclusividade das baixas frequências. Alias, Young1 já demonstrava isso, inclusive fazendo uma diferenciação quanto aos fatores estimulados, mas não excluindo nenhumas das frequências de ultra-som desse papel.

7 ) Qual o tempo médio de aplicação de cavitação instável?
Fica muito difícil estabelecer um tempo de aplicação sem que haja uma avaliação criteriosa da paciente e do seu grau de acometimento. Um tempo médio seria de 5 minutos em uma área com 6 vezes do tamanho do transdutor, num tempo máximo total de 30 minutos em várias áreas. Mas, tenha sempre em mente que cada caso clínico terá um enfoque diferenciado, podendo estes tempos serem aumentados ou diminuídos para que se obtenha um resultado muito bom.
8 ) Há necessidade de pinçar o tecido na cavitação instável?
Não se você estiver usando as frequências confiáveis de 1Mhz e 3Mhz, pois já é conhecida sua penetração e absorção tecidual8. Os equipamentos de cavitação que preconizam isso, o fazem por não terem conhecimento sobre os danos que poderão ser feitos em estruturas mais profundas, pois como frequências baixas têm penetração muito alta, há relatos de que em aplicação abdominal sem fazer o pinçamento com esses cavitadores de baixa frequências, os pacientes relatam desconforto na região lombar, ou seja, esta sendo irradiado uma região que não tem, muitas da vezes, nada a ver com o tratamento proposto.

9 ) Certos cavitadores causam “zumbido” no ouvido, o que seria isso?
Isso é a confirmação de que a frequência desse equipamento trabalha próximo a 20KHz, que é uma frequência captada pelo ouvido humano. Acima desse valor de frequência, não há zumbidos perceptíveis, pois são frequências não audíveis pelo ouvido humano.7

10 ) Qual a melhor forma de aplicação da cavitação para hidrolipoclasia?
Hidrolipoclasia (quebra da célula gordurosa com infusão liquida tecidual) será ampliada com a cavitação instável, que é feita através da infusão de soro fisiológico no tecido subcutâneo (alguns profissionais preferem adicionar lipolíticos, a nosso ver desnecessário), aumentando a propagação das ondas acústicas e com isso intensificando o efeito da cavitação instável.

11 ) Cavitação instável pode ser usada com mesoterapia?
Não, pode haver alterações indesejáveis nos produtos infundidos no tecido, bem como perda da concentração dos mesmos.

Portanto, se você tem um ultra-som e desejar fazer uma aplicação de cavitação instável, saiba que isso é possível e efetivamente positivo clinicamente você fazer uso dele, e se precisar de informações a esse respeito, colocamos o Departamento Técnico da Skiner a seu dispor, bem como para maiores informações de como fazer uma cavitação correta.

‪Dr. JOÃO CARLOS E SILVA
Diretor Técnico da Skiner Indústria e Comercio Ltda.
Biomédico especialista em Biofisica, médico especialização em Dermatologia e Geriatria, Mestre pela UNICAMP-FCM em Gerontologia.

Bibliografia
1 – Kitchen S e Bazin S. Eletroterapia de Clayton. In “Capitulo 15 – Terapia por ultra-som” Young S. 10ª. Ed, Barueri. P 235-260
2 - Leong T, Ashokkumar M, Kentish S. The fundamentals of power ultrasound – a review. 2011. Acoustics Australia; 54(39), no. 2
3 –Suslick K S et al. Acoustic cavitation and its chemical consequences. 1999. Phil. Trans. H. Soc. Lond.;357:335-353.
4 – Baker KC, Robertson VJ, Duck FA. A Review of therapeutic ultrasound: biophisical effects. 2001. Physical therapy;81(7):1351-1358.
5 – Miwa H et al. Effect of ultrasound application on fat mobilization. 2002.Pathophysiology;9:13-19.
6 – Brown S et al. Characterization of nonthermal focused ultrasound for noninvasive selective fat cell disruption (lysis): technical and preclinical assessment. 2009.PRSJ;july:92-101.
7 - Martin, R Electroterapia em Fisioterapia. 2ª. Ed. Panamericana, Buenos Aires.2004 p 515-551
8 – Starkey C. Recursos terapêuticos em fisioterapia.in “Capítulo 6 – Ultra-som”. 2a. ed., Manole,Barueri. 2005. P 277-308.
9 – Ahmadi F, McLoughlin I V, Chauchan S, ter-Haaar G. Bio-effects and safety of low-intensity, low-frequency ultrasonic exposure. Progress in Biophysics and molecular biology.2012. 108:119-138

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24 de abr. de 2013

Lipocavitação


Resultados após Tratamento de Cavitação com o aparelho  
Ultrassom de Grande Superfície Skiner







Depoimento:

DIÁRIO DE UMA EX-SEDENTÁRIA {04}

Amoresss que saudade, voltei para contar as novidades pra vocês!!
Início do tratamento em 25/02/13 pesava exatos 74 quilos e 600 gramas, tenho acompanhamento nutricional com IANA AGATA, faço LIPOCAVITAÇÃO e prático SPINNIG, meninas pasmem com meu resultado, eu também estou assim, hehe embasbacada, apesar de quase 20 dias sem ir até a academia devido a nossa mudança de endereço, continuei fazendo minha reeducação alimentar e minhas LIPOCAVITAÇÕES.... Peso hoje, 18/04/13 ... suspense, rsrs, 67 quilos e 900 gramas. Consegui eliminar 6,700 em 53 dias, sem passar fome, sem usar remédios e sem fazer tratamentos invasivos, estou feliz de mais, pois além do peso, consegui eliminar as temíveis gorduras localizadas, vou postar uma foto pra vocês(acreditem estou morrendo de medo desse mico), usei a mesma calça da primeira foto para vocês notarem que antes a calça nem subia direito no meu quadril, meus flancos estavam saltando pelas laterais e a barriga.... essa eu só mostro como era e como está aqui, hehehe. Bom você também pode conquistar um novo corpo, vem pra Visionnaire - Estética Especializada que nós trabalhamos pra que você tenha os melhores resultados!!!
Agende avaliação pelo fone: 3442-xxxx (solicite contato por email) e venha ver o resultado da minha conquista de perto.
 

6 de fev. de 2013

Creme de Massagem Facial - Peel Line

Retro Active Cream
 
A Peel Line desenvolveu um grande aliado nas massagens faciais, o Retro Active Cream. Ele tem como objetivo auxiliar no deslizamento, melhorar a textura da pele e promover a desintoxicação metabólica facial. Pode ser usado na massagem oxigenante, drenante e relaxante.




Vamos conhecer melhor cada ativo e confirmar seus benefícios para a pele:

Argila Vermelha - A Argila Vermelha é uma Argila Secundária porosa, pouco densa, rica em óxido de ferro e cobre. Hidrata e previne o envelhecimento da pele. É antiestressante, redutora de pesos e medidas. O Óxido de Ferro tem papel importante na respiração celular e na transferência de elétrons. Na pele, as carências deste elemento manifestam-se por uma epiderme fina, seca e com falta de elasticidade.
Aplicações: secativo, muito utilizado para cicatrização. Retira água em excesso do tecido ao mesmo tempo em que age diminuindo a oleosidade. Peles com pontos de hiperqueratose ou espessadas apresentam uma melhora significativa na maciez e brilho. 


Argila Branca ou Caulim
- é uma argila primária composta de silicato de alumínio hidratado resultante da alteração de rochas lavadas pela chuva. Possui um pH muito próximo da pele e seus principais benefícios são: clarear, absorver oleosidade sem desidratar, suavizar, cicatrizar e catalisar reações metabólicas do organismo. É indicada para o tratamento de manchas, peles sensíveis e delicadas. É a mais leve de todas, possui propriedades cicatrizantes, devido à elevada porcentagem de alumínio presente em sua composição.
É a menos absorvente sendo indicada para produtos para peles sensíveis e também usados em máscaras faciais, loções e xampus para cabelos secos. A Argila Branca contém diversos oligoelementos, entre os minerais encontrados destacam-se os de silício (na pele é um componente dos aminoácidos na proteína da pele), reduz as inflamações, tem ação purificante, adstringente e remineralizante, efeito anti-séptico, cicatrizante. 


Óleo de coco - O óleo de coco é um antioxidante eficaz extraído do fruto maduro, fresco ou seco e está sendo cada vez mais procurado no comércio do ramo de suplementos alimentares. Ele contém vitaminas, minerais, ácidos graxos essenciais e ácido láurico (mesma substância encontrada no leite materno) entre outros componentes que promovem mais qualidade de vida.
Algodão - O Óleo de Algodão, extraído da semente que também é conhecida como caroço do algodão, também é fonte equilibrada de Ômega 3 e 6 e possui uma combinação de ácidos graxos saturados e insaturados que auxiliam na saúde da pele. De acordo com especialistas, a ausência de ácidos graxos essenciais nas pessoas pode deixar a pele ressecada e descamada.
 

Óleo de Semente de Uva - O óleo da semente de uva é um bom aliado para manter sua pele suave e sem rugas. Tudo isto pelo seu alto conteúdo de antioxidantes, vitaminas C, D, E e betacaroteno, que fortalecem a pele e dão mais elasticidade, diminuindo assim a formação de rugas.
Como este óleo é rapidamente absorvidos, ele é apto para todo tipo de peles. Importante ressaltar que a pele não ficará oleosa e não fechará os poros.
De fato, e graças ao seu alto conteúdo de ácido linoleico, muitos produtos comerciais para combater o acne usam o óleo de semente de uva como um dos seus ingredientes principais.


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Fonte:  


www.belezain.com.br/estetica/argilaoubarro.asp
www.belezain.com.br/estetica/argilacpimenta.asp
suadieta.com.br/Materias/2130/alimentacao/os-beneficios-do-oleo-de-algodao
www.outramedicina.com/124/oleo-de-semente-de-uva-amigo-para-a-pele

18 de jan. de 2013

Cavitação

Novo Mega Som - Cavitação Ultrassônica Correta

Primeiro ultrasom nacional com controle digital em tela touch screen e potência única, ótima cavitação e micromassagem molecular, é uma das melhores opções para tratar a celulite, fibrose intersticial, gordura localizada, sendo também usado em hidrolipoclasia. Possibilita uma aplicação rápida e eficaz.  Realmente, incomparável.

Informações técnicas e comerciais: 

Telefone:  (21) 3248-2005 
Email: contato@esteticaprofissional.com.br

13 de nov. de 2012

Orientação para aplicação de Bronzeamento a Jato

INSTRUÇÕES DO SISTEMA DE BRONZEAMENTO A JATO


O Bronzeamento a Jato é um sistema de bronzeamento natural por pulverização que cobre todo o corpo e rosto com um produto autobronzeador de forma prática e segura adquirindo dessa forma um bronzeado natural e duradouro.

O ingrediente ativo no sistema de bronzeamento a jato é o DHA (dihidroxiacetona). Trata-se de um agente de autobronzeamento derivado da cana de açúcar que atua com os aminoácidos nas camadas superficiais da pele produzindo uma reação bioquímica com o grupo amino da queratina. Contudo, tal reação não chega a penetrar nas camadas mais profundas, devido ao grande tamanho da molécula.

O bronzeado é produzido a partir da 3º hora de aplicação, atingindo sua plenitude após 8 horas da mesma. E através de seu uso pode ser obtido o bronzeado desejado o ano todo sem danos à pele, evitando os riscos da exposição solar e o uso de câmaras de bronzeamento, já que tais condutas, como comprovado cientificamente, estimulam a produção de melanina e podem causar sérios riscos à saúde como: manchas, envelhecimento precoce, ressecamento da pele, câncer, entre outros.

É de se ressaltar que o DHA é autorizado pelo FDA (Food and Drugs Administration). Trata-se do órgão que controla todos os produtos cosméticos e alimentícios nos Estados Unidos desde 1973 e pelo órgão brasileiro ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária). Importante também observar que é um produto recomendado sem restrições pelos dermatologistas.
Duração do bronzeado
A duração do bronzeado vai depender do tipo de pele de cada pessoa e também dos cuidados com sua manutenção. Em geral, sua permanência pode se dar entre três a sete dias. O bronzeado pode desaparecer paulatinamente com o processo de renovação natural da pele. Contudo, via de regra, quanto mais o usuário hidratar sua pele, mais tempo durará o bronzeado.
Procedimento:
Recomenda-se duas sessões na primeira semana para obter um tom base, e após essas sessões iniciais, uma nova sessão a cada cinco dias para manutenção do bronzeado.
Vantagens e especificações do produto

Normalmente, as loções de bronzeamento contêm três componentes principais:

• Bronzer: é o que dá o efeito imediato do bronzeado, e sai no primeiro banho. Não produz o bronzeado real que só aparece após 8 horas. Pode sujar a roupa, porém sai facilmente lavando com água e sabão
• Ativo orgânico: DHA (Dihidroxiacetona) conforme especificado acima.
• Componentes nutritivos: Aloe Vera, Tília e Nozes etc, que hidratam e nutrem a pele.

Observando que há versões que dispensam o “bronzer” em suas fórmulas. Isso possibilita que o cliente possa se vestir mais rapidamente sem riscos de sujar suas roupas. Neste caso o bronzeado aparece após a 4º hora da aplicação

Orientações e sugestões da aplicação do produto
• O cliente deve estar com a pele limpa e seca, sem maquiagem ou hidratante.
• O ideal é que seja feito uma esfoliação total antes da aplicação, e aguardar que o pH da pele normalize.
• Depilar com um mínimo de 48 horas de antecedência (se a pele for muito sensível).
• Aplicar vaselina nas unhas para não amarelarem e não sujar o esmalte. E nas hipercromias (manhas escuras) para não intensificá-las.
• Proteger os cabelos com touca descartável ou prendê-los durante a aplicação.
• O cliente deve tirar anéis, brincos, colares, relógios assim como quaisquer bijuterias antes da aplicação.
• O cliente deve trajar roupa de banho escura ou kits descartáveis.
• Selecione a loção que utilizará, agite antes de abrir e encaixe no aplicador.
• Antes de começar a aplicação teste o funcionamento do aparelho em uma toalha descartável.
• Após a secagem, verifique se não há acumulo do produto. Se houver utilize lenços descartáveis para remover o excesso.
• Deixe o cliente no local de aplicação de 10 a 15 minutos para a secagem do produto antes de vestir a roupa. Evitar usar roupas escuras e apertadas.
• Não banhar, molhar-se, nem usar nenhum tipo de produto (hidratante, cremes, etc.) até 4 horas após aplicação. Lembrando que o produto intensifica após a 6º hora da aplicação, e o banho é recomendado após 8 horas.
• Para uma melhor duração do bronzeamento é essencial manter a pele hidratada.
• Duração média da aplicação: 10 minutos.
• Duração média da secagem: 10 minutos
• Distância da aplicação: 15 – 20 cm.

Instruções de aplicação
O produto deve ser aplicado em movimentos circulares, suaves e constantes.
O procedimento mais adequado é dividir o corpo em quatro zonas (observando que é de suma importância respeitar a ordem proposta):

I. Região frontal (frente) / II. Região posterior (trás) / III. Lateral direita / IV. Lateral esquerda.

Etapa 1: Região Frontal
1) Ombros
2) Peito
3) Abdome
4) Perna direita
5) Perna esquerda
6) Braço direito (não aplicar nas palmas das mãos)
7) Braço esquerdo
8) Pescoço e rosto (aplicar 3x). A cliente deve segurar a respiração quando for aplicar no centro e laterais do rosto. Pescoço e laterais do rosto. Aplicar no centro do rosto, pulverizando rapidamente. Aplicar nas maçãs do rosto (parte que geralmente se bronzeia mais na exposição solar).

Observar que em cada intervalo da aplicação no rosto deve ser dado um certo tempo para o cliente respirar e segurar a respiração. Isto visa evitar que o cliente venha a aspirar o produto.
Etapa 2: Região Posterior

9) Comece pelo pescoço (o cabelo deve estar preso e coberto por touca descartável).
10) Braços.
11) Costas.
12) Glúteo e parte posterior da perna direita.
13) Glúteo e parte posterior da perna esquerda.
Etapas 3 e 4: Laterais. Os braços devem estar estendidos a 90º do tronco.
14) Aplicar em toda a lateral: braço, peito, cintura, glúteo, perna, panturrilha e parte interna da perna contrária ao braço que está levantando.
15)Alternar o lado, aplicando da mesma forma que a lateral anterior.

 Não se deve aplicar grande quantidade do produto nas áreas das orelhas, cotovelos, punhos, joelhos, pés e nas articulações. Portanto, nestas áreas, deve-se apenas pulverizar levemente
 O profissional deve estar sempre atento para a quantidade do produto aplicado. Tal procedimento visa evitar a falta do produto no final da aplicação.
 Sempre, em todas as aplicações, o profissional deve utilizar luvas descartáveis, touca, máscara e avental.
Advertências e recomendações aos clientes:

• Caso a cliente deseje fazer um clareamento de pêlos, este deve ser feito antes da aplicação. Isto visa evitar problemas posteriores com o procedimento, já que o oxidante clareia a pele e certamente irá clarear o bronzeado
• Importante ressaltar que o produto não atua como protetor solar. Assim, o cliente deve utilizar normalmente protetor solar caso queira se expor ao sol.
• O tom bronzeado da pele obtido com produto para bronzeamento a jato não é resultado de aumento na produção de melanina. Assim, o produto não tem a finalidade de proteger a pele de possíveis danos decorridos da exposição ao sol.
• Em casos excepcionais em que o cliente reclame da falta de uniformidade do bronzeamento cabe ao estabelecimento garantir-lhe corrigir a imperfeição sem cobrar uma nova aplicação. Exatamente por isso os procedimentos preliminares são de grande importância.
• Caso a roupa do cliente fique suja com a aplicação, explique que o produto sai facilmente com água e sabão
• É importante que o profissional observe que o rosto e as mãos costumam clarear mais rápido do que o restante do corpo. Isto porque estas partes são aquelas que são lavadas com mais freqüência.
• Quando o bronzeado começar a desaparecer o processo pode ser acelerado com a utilização de bucha, gomagem ou “banho de lua”.
• É de ser ressaltado que algumas partes do corpo podem ter acúmulo de produto: partes internas da coxa, braço, panturrilha, costas, pescoço, joelhos e cotovelos.
• Em caso de gravidez, solicite que sua cliente consulte o médico e traga o atestado com expressa autorização para o procedimento.
• Caso a cliente informe que está realizando algum tratamento a base de retinol, alfahidroxiácido ou qualquer outro peeling, o bronzeamento não é recomendado. Tais procedimentos diminuem a durabilidade do bronzeado, podendo também ocasionar manchas temporárias na pele.
• O cliente deve estar sem utilizar antibióticos de uso tópico no mínimo 5 dias antes do bronzeamento, já que tais produtos podem alterar o pH da pele assim como o resultado da aplicação.
• Evitar fazer esportes no dia da aplicação, pois o suor pode retirar o produto e conseqüentemente diminuir sua eficácia.
• O cliente, após a aplicação, deve evitar água clorada (piscina) ou salgada (mar), pois podem desbotar o bronzeado causando irregularidades assim como diminuir a duração do bronzeamento.
• O cliente deve banhar-se após 8 horas da aplicação.
• O biquíni que o cliente deve utilizar deve ser de cor escura. Isto porque a lycra é um tecido que mancha e amarela facilmente.
• Não é recomendado fazer o bronzeamento durante tratamento de depilação a laser.
• Por fim, importante ressaltar que para utilizar o produto a pele deve estar íntegra e sem lesões.

Dicas importantes:
• Abrir a dose somente na hora da aplicação.
• Não misture restos de produtos ou aplique produtos de marcas diferentes em diversas áreas do corpo. Outras marcas, em face de sua composição química, certamente têm procedimentos diferentes dos aqui apresentados.
• Sempre relembrar: não deve ser aplicada grande quantidade de produtos nas seguintes áreas: orelhas, cotovelos, punhos, joelhos, pés e articulações.
• O profissional deve estar sempre atento à quantidade de produto aplicado. Assim, evitará a falta do produto no final da aplicação. Cada loção de 50ml serve para 1 aplicação em todo corpo e rosto. Como já foi observado, não deve ser aproveitado qualquer sobra do produto. A uniformidade do bronzeado depende desta regra básica.
• O produto de forma alguma pode ser ingerido.
• Estas recomendações devem estar sempre na mente do profissional. E não só, elas devem ser minuciosamente repassadas aos clientes. É certo que a não obtenção do resultado almejado terá por fundamento a não observação de alguns dos cuidados acima descritos.
• Sempre manter certa distância do produto ao efetuar a aplicação.
Sugestões para um bom trabalho:
• Após cada sessão é necessário fazer uma limpeza do aplicador: coloque álcool até a metade da garrafinha; encaixe no aplicador; ligue o compressor e despreze todo o álcool para eliminar os resíduos; retire a garrafinha e faça o aplicador funcionar apenas com ar para eliminar também os resíduos de álcool. No final do dia limpe também a parte externa do aplicador e compressor com pano úmido e seque-os.
• É fundamental que a aplicadora se sinta segura na aplicação do produto e manejo do equipamento Sol Pleno. Se necessário treine as aplicações até que possa oferecer uma aplicação uniforme e correta para seus clientes.

• Importante observar que o treinamento pode ser feito sem a utilização das loções. Para tanto pode utilizar uma receita de placebo: Receita de placebo: 01 tampinha do frasco de álcool; 60 gotas de corante comestível na cor chocolate ou caramelo; 01 litro de água. Misture todos os ingredientes e coloque em um frasquinho vazio.
Esta loção de placebo serve para treinar técnicas, movimentos e distãncia antes de fazer aplicações em suas clientes. lembre-se: esta loção não possui o principio ativo, por este motivo não bronzeia. serve apenas para você treinar antes de iniciar suas aplicações nas clientes. Assim, não aplique esta mistura em suas clientes.

Por isto é importante ressaltar que para que o bronzeamento seja mantido, deve ser feito pelo menos uma aplicação semanal.

Siga essas instruções utilizando o aparelho próprio para bronzeamento a jato e obtenha ótimo resultado proporcionando em suas clientes um bronzeado intenso e saudável deixando a pele luminosa, hidratada e nutrida.
Importante ressaltar que as orientações acima são exclusivas para profissionais da área de estética. E caberá ao profissional

Apresentamos acima SUGESTÕES de uso de seus produtos, deixando claro e a cargo de cada usuário o desenvolvimento de protocolos e a responsabilidade clinica de tratamento de acordo com sua respectiva formação profissional.

Pedidos de produtos e aparelhos:
                                                       www.esteticaprofissional.com.br

Fonte de consulta: Manual de treinamento sistema de bronzeamento Sol Pleno

8 de ago. de 2012

PARECER TÉCNICO DE DERMATOFUNCIONAL

PARECER TÉCNICO DE DERMATOFUNCIONAL 06/2012

Acórdão nº. 293 de 16 de junho de 2012

O PLENÁRIO DO CONSELHO FEDERAL DE FISIOTERAPIA E TERAPIA OCUPACIONAL, no uso de suas atribuições e disposições regulamentares conferidas pela Lei nº. 6.316, de 17 de dezembro de 1975, e a Resolução nº. 181, de 25 de novembro de 1997, em que,
ACORDAM os Conselheiros do Conselho Federal de Fisioterapia e Terapia Ocupacional, reunidos na sessão da 225ª Reunião Plenária Ordinária, em aprovar por unanimidade a Normatização das Técnicas e recursos próprios da Fisioterapia Dermatofuncional.
O tratamento fisioterapêutico Dermatofuncional, assim como todos os outros tratamentos pode oferecer diferentes graus de risco à saúde da população. Assim, mister se dá primeiro, definir risco.
Para a ANVISA risco é a probabilidade de um efeito adverso à saúde causado por um perigo ou perigos existentes, sendo o perigo o componente que tem potencial de oferecer risco. Sendo assim, a segurança do paciente/cliente consiste em reduzir o risco de danos desnecessário-evitáveis relacionados aos cuidados de saúde a um mínimo aceitável.
O Bioethics Thesaurus caracteriza risco como sendo a probabilidade de ocorrência de um evento desfavorável. Define risco em saúde como o perigo potencial de ocorrer uma reação adversa à saúde. Engloba uma variedade de probabilidades incluindo aquelas baseadas em dados estatísticos ou em julgamentos subjetivos.
A Resolução 196/96 do Conselho Nacional de Saúde define risco como a possibilidade de danos à dimensão física, psíquica, moral, intelectual, social, cultural ou espiritual do ser humano, em qualquer fase de uma pesquisa e dela decorrente.
Para o COFFITO, risco, independente do seu nível, decorre do exercício profissional sem a observância das regulamentações técnicas estabelecidas por esta Autarquia, nos termos de sua competência legal.
Por segurança da população assistida os serviços de fisioterapia devem ser capazes de ofertar serviços dentro dos padrões de qualidade exigidos, atendendo aos requisitos da legislação e regulamentos vigentes.
De acordo com a Resolução COFFITO 8, artigo III, são recursos terapêuticos a ação isolada ou concomitante de agente termoterapêutico, crioterapêutico, hidroterapêutico, aeroterapêutico, fototerapêutico, eletroterapêutico, sonidoterapêutico, massoterapêutico, mecanoterapêutico, cinesioterapêutico motor e cardiorespiratório e utilização de órteses e próteses.
A fisioterapia Dermatofuncional utiliza ainda a cosmetologia (RDC/ANVISA 79/00) e acupuntura (Resolução COFFITO 219/00) como recursos terapêuticos, podendo também lançar mão das Práticas Integrativas e Complementares de Saúde (Resolução COFFITO 380/10), tecnologias assistivas, entre outros.
Este parecer trata dos seguintes procedimentos utilizados pela Fisioterapia Dermatofuncional: LASER, Luz Intensa Pulsada, Radiofrequência, Carboxiterapia e Peelings, tomando por base documento produzido pelo GT de Fisioterapia Dermatofuncional do COFFITO (2011).
LASER:
O termo laser é abreviação do termo inglês Light Amplification by Stimulated Emission of Radiation, sendo um tipo de energia luminosa que possui características próprias que o diferenciam de outras fontes similares. É uma radiação não ionizante, monocromática, colimada e polarizada (Baxter, 2003).
Baseada na evolução das tecnologias Laser e na teoria da fototermólise seletiva, novas indicações terapêuticas passaram a ser utilizadas como para lesões hiperpigmentadas e hipopigmentadas, fotoenvelhecimento, epilação e lesões vasculares periféricas.
O laser de baixa potência cada vez mais é utilizado em várias aplicações clínicas. Ao contrário dos lasers de alta potência, os soft lasers emitem luz em baixa densidade de energia e promove certas reações bioquímicas sem induzir a efeitos térmicos nos tecidos subjacentes (Kreisler et al., 2003).
Conclui-se que a utilização dos Lasers classificados como cirúrgicos ou de alta potência (Power-Laser) não são recomendados para o uso do fisioterapeuta. Os demais tipos de lasers de baixa e média potência não ablativos utilizados para epilação, discromias, envelhecimento cutâneo, flacidez tegumentar, lesões vasculares estão entre os recursos fototerápicos mencionados na Resolução COFFITO 8, portanto, entende-se que a utilização dos Lasers não ablativos é considerado como de uso próprio do fisioterapeuta.
Luz intensa pulsada:
Luz intensa pulsada, erroneamente denominada de lasers, apresenta ações similares, nos quais o espectro de radiação produzida abrange vários comprimentos de onda simultaneamente (de 50 a 900 nm).
A diversidade de comprimentos de onda utilizados nos aparelhos de luz intensa pulsada possibilita o tratamento de indivíduos de diferentes fototipos de pele, bem como, várias aplicações: epilação, remoção de manchas e tatuagens, rejuvenescimento não-ablativo e lesões vasculares (Maio, 2004; Osório, Torrezan, 2002).
Conclui-se que a luz intensa pulsada é considerada uma fonte de luz não laser, gerada por lâmpadas, resultando na emissão de calor e radiação luminosa, sendo, portanto, classificada como um recurso fototermoterapeutico próprio do fisioterapeuta.
Para os procedimentos citados acima (Lasers e Luz Intensa Pulsada) é necessário que o fisioterapeuta observe os seguintes critérios:
I. Utilizar, exclusivamente, equipamentos com cadastro ou registro pela ANVISA e manter em seu poder tais documentos comprobatórios para fins de fiscalização do CREFITO de sua circunscrição;
II. Prestar assistência a no máximo um cliente/paciente/usuário por vez, nunca se ausentando, em qualquer de sua etapa, do local onde o procedimento é realizado.
III. Informar ao cliente/paciente/usuário sobre a técnica e seu grau de risco, colhendo dele a assinatura do Termo de Consentimento Livre e Esclarecido;
IV. Manter registro em prontuário de todas as etapas do tratamento.
V. Aplicar os princípios da biossegurança;
VI. Aplicar a técnica em ambiente próprio que garanta o máximo de higiene e segurança estabelecidos em normas da ANVISA ou outras em vigor.
Radiofrequência:
A radiofrequência é um tipo de radiação eletromagnética que em frequências mais elevadas gera calor nos tecidos biológicos. O principal efeito da sua utilização é o estímulo na produção de fibras colágenas, que resulta na melhora do aspecto da pele, sendo indicada em alterações cutâneas como flacidez cutânea e rugas, dentre outras.
A técnica é considerada não ablativa, induzindo a produção de colágeno sem ruptura da pele.
Conclui-se que o princípio de funcionamento da radiofrequência se enquadra dentro dos recursos físicos de tratamento, especificamente a termoterapia. Os efeitos adversos podem ser bem controlados e na sua maioria são passageiros. Os riscos de lesões por queimadura podem ser evitados e ou minimizados com a aquisição de habilidades e competências específicas de avaliação, indicação e de execução da técnica de aplicação bem como a eficiência de resultado.
Para o procedimento citado acima é necessário que o fisioterapeuta observe os seguintes critérios:
I. Utilizar, exclusivamente, equipamentos com cadastro ou registro pela ANVISA e manter em seu poder tais documentos comprobatórios para fins de fiscalização do CREFITO de sua circunscrição;
II. Prestar assistência a no máximo um cliente/paciente/usuário por vez, nunca se ausentando, em qualquer de sua etapa, do local onde o procedimento é realizado.
III. Informar ao cliente/paciente/usuário sobre a técnica e seu grau de risco, colhendo dele a assinatura do Termo de Consentimento Livre e Esclarecido;
IV. Manter registro em prontuário de todas as etapas do tratamento.
V. Aplicar os princípios da biossegurança;
VI. Aplicar a técnica em ambiente próprio que garanta o máximo de higiene e segurança estabelecidos em normas da ANVISA ou outras em vigor;
PEELING
É considerado como agente indutor da descamação controlada, conduzindo diversas reações na pele como espessamento da epiderme, aumento de volume da derme, liberação de mediadores de inflamação e citocinas, além da reorganização de elementos estruturais. Podem ser classificados como químicos ou físicos.
Peeling físico:
Varia desde receitas caseiras como cristais de açúcar, lixas, cremes abrasivos com micro esferas de material plástico, até os aparelhos de microdermoabrasão por fluxo de cristais ou as lixas de ponta de diamante (Quiroga e Guillot, 1986), além do ultrassônico.
Dermoabrasão trata-se de uma esfoliação até o limite dermo-epidérmico com objetivo de aumentar a nutrição pelo estímulo dérmico (Sabatovich et al., 2004; Ruiz, 2004; Rusenhac, 2006) e estimular a proliferação de fibroblastos e, conseqüentemente, do colágeno pela injúria intra epidérmica repetida (Shepall et al., 2004).
As reações decorrentes da aplicação do peeling superficial (sensação de ardência, queimação, eritema e edema), podem ser controladas por meio dos recursos próprios da fisioterapia.
Peeling químico:
Uso de substâncias químicas isoladas ou combinadas no intuito de obter-se o agente mais adequado para cada caso para graus variados de esfoliação (Ghersetich et al., 1997; Monheit, 2001). Dividem-se os peelings químicos em:
- Muito superficial, que atinge as camadas córnea e granulosa;
- Superficial, atinge a epiderme;
- Médio atinge a derme papilar;
- Profundo que atinge a derme reticular (Camacho, 2004, Zakapoulou, Kontochristopoulos, 2006).
Conclui-se que o fisioterapeuta não deve aplicar procedimentos de peeling cuja profundidade ultrapasse o limite da epiderme.
Para os procedimentos citados acima é necessário que o fisioterapeuta observe os seguintes critérios:
I. Quando for o caso, utilizar, exclusivamente, equipamentos com cadastro ou registro pela ANVISA e manter em seu poder tais documentos comprobatórios para fins de fiscalização do CREFITO de sua circunscrição;
II. quando o tratamento envolver peeling mecânico;
III. Aplicar os princípios da biossegurança para prevenir infecções cruzadas e descarte de respectivo material;
IV. Aplicar a técnica em ambiente próprio que garanta o máximo de higiene e segurança estabelecidos em normas da ANVISA ou outras em vigor;
V. Informar ao cliente/paciente/usuário sobre a técnica e seu grau de risco, colhendo dele a assinatura do Termo de Consentimento Livre e Esclarecido;
VI. Manter registro em prontuário de todas as etapas da técnica.
Carboxiterapia:
A carboxiterapia é uma técnica onde se utiliza o gás carbônico (dióxido de carbono ou CO2 ou anidro-carbônico) injetado no tecido transcutâneo, estimulando assim efeitos fisiológicos como melhora da circulação e oxigenação tecidual, angiogênese e incremento de fibras colágenas, podendo ser utilizado no tratamento do fibro edema gelóide, de lipodistrofias localizadas, além da melhora da qualidade da cicatriz, melhora da elasticidade e irregularidade da pele (Brandi et al., 2001, 2004; Hidekazul, et al., 2005, Goldman et al., 2006; Worthington, Lopez, 2006, Lee, 2008, Nach, et al., 2010).
A carboxiterapia por sua complexidade é admitida pelo COFFITO como técnica de risco, factível de desenvolver efeitos adversos.
Como se trata de procedimento de risco é recomendável ao fisioterapeuta ser especialista profissional em fisioterapia Dermatofuncional e ainda observar os critérios abaixo especificados:
I. No caso de profissional capacitado, porém que ainda não é especialista profissional, apresentar junto ao CREFITO documentos que comprovem devida habilitação para atuar com a técnica.
II. Comprovar junto ao CREFITO de sua circunscrição conhecimento teórico e prático de primeiros socorros por meio de certificado de conclusão de curso de suporte básico de vida (Basic Life Support, BLS); ou outro que garanta a formação necessária para os primeiros socorros;
III. Utilizar, exclusivamente, equipamentos com cadastro ou registro pela ANVISA e manter em seu poder tais documentos comprobatórios para fins de fiscalização do CREFITO de sua circunscrição;
IV. Garantir a adequada remoção do cliente/paciente/usuário para unidades hospitalares em caso de indubitável urgência e emergência;
V. Prestar assistência a no máximo um cliente/paciente/usuário por vez, nunca se ausentando, em qualquer de sua etapa, do local onde o procedimento é realizado.
VI. Informar ao cliente/paciente/usuário sobre a técnica e seu grau de risco, colhendo a assinatura do Termo de Consentimento Livre e Esclarecido;
VII. Manter registro em prontuário de todas as etapas do tratamento;
VIII. Aplicar os princípios da biossegurança para prevenir infecções cruzadas e descarte de respectivo material;
IX. Aplicar a técnica em ambiente próprio que garanta o máximo de higiene e segurança estabelecidos em normas da ANVISA ou outras em vigor.
Quorum:; Dra. Elineth da Conceição Silva Braga – Diretora-Secretária no exercício da presidencia; Dr. Wilen Heiln e Silva – Diretor-Tesoureiro; Dr. Adamar Nunes Coelho Júnior – Conselheiro Efetivo, Dra. Carlene Soares Borges – Conselheira Efetiva, Dr. Glademir Schwingel – Conselheiro Efetivo; Dra. Perla Teles – Conselheira Efetiva; Dra. Rita Barcelos Bittencourt – Conselheira Efetiva; Dr. Hebert Chimicatti – Procurador Chefe da Procuradoria Jurídica do COFFITO.
Brasília, 16 de junho de 2012.

DR. WILEN HEIL E SILVA
Diretor-Tesoureiro

DRA. ELINETH DA CONCEIÇÃO BRAGA
Diretora – Secretária
no exercício da Presidência